terça-feira, 14 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Esmoriz - cidade talhada para um bom negócio?
Esmoriz é claramente uma terra fértil para a promoção de eventos com dinâmica cultural e artística, mas em termos de criação dum negócio ou duma empresa própria, a situação já não aparenta colocar-se neste termos. De facto, é necessário ter muita cautela - se é certo que há evidentes casos de sucesso, também não é menos verdade que, nos últimos anos, a economia local estagnou, muito por causa da crise económica que abalou o país inteiro. Esmoriz é uma cidade muito visitada no Verão, mas nas restantes estações do ano, dificilmente se enche de multidões. É claro que há mercearias e cafés de grande qualidade que conseguem ser auto-sustentáveis, mas a concorrência neste sector da restauração já é muito grande para uma urbe de dimensões limitadas como a nossa. Temos também supermercados e estabelecimentos comerciais (Pingo Doce, Intermarché, Minipreço e até instalações chinesas) o que reforça ainda mais a competitividade.
Quem deseja criar o seu próprio projecto, terá que, antes demais, elaborar um estudo do mercado, saber se o produto (de preferência, original e inovador) que irá vender terá um considerável escoamento na região. Deve ser algo muito bem planificado, com os pés bem assentes na terra. Neste ponto, devemos sempre procurar ouvir a opinião de quem tem conhecimento na matéria.
Mesmo assim, e além do estudo e dos méritos pessoais e capacidades empreendedoras, é necessário também ter "sorte" nesta conjuntura pouco propícia a investimentos. Os apoios estatais às empresas são, em muitos casos, diminutos e insuficientes.
É claro que neste artigo, não procuramos demover quem tenciona lançar o seu próprio negócio na nossa cidade (nada disso!), mas sim recordar que a sua concretização deve merecer uma reflexão profunda para que a empresa possa produzir frutos sem grande turbulência.
Imagem da nossa autoria
Esmoriz acolhe sessão do Orçamento Participativo
Não se esqueçam de preparar os vossos projetos para os apresentarem, no dia 16 de abril, pelas 21:15, na sessão de participação do Orçamento Participativo, que se realizará na Junta de Freguesia de Esmoriz.
A vossa participação é fundamental.
A Cidade e o Município ficam a ganhar.

Links úteis:
Formulário de Participação: http://issuu.com/cmovar/docs/formulario
Texto do Perfil da Cidade de Esmoriz no Facebook
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
O Halloween também se festeja em Esmoriz

Jantar na Noite de Halloween - Restaurante Tradição - Praia de Esmoriz
RESERVAS 915510129
sábado, 27 de setembro de 2014
Sobre a subida do salário mínimo
Antes demais, gostaria de deixar bem assente este ponto prévio: o aumento do ordenado mínimo é, efectivamente, uma vitória, mais do que merecida, para o povo português que teve de suportar vários sacrifícios nos últimos anos. Por isso, a decisão do governo deve ser elogiada, embora existisse quem tivesse defendido um maior aumento para a casa dos 515 euros. Ficou-se então nos 505 euros - não é muito dinheiro, mas é indiscutivelmente melhor que 485 euros. Uma economia forte e competitiva não pode assentar em ordenados demasiado baixos, como muitos especialistas já salientaram. E este aumento salarial, que só peca por tardio, vem ajudar a combater a inflação (aumento do custo de vida) dos últimos anos. A TSU desceu ainda dos 23,75% para os 23%, o que representa um ligeiro alívio deste encargo para o patronato.
Todavia, é importante salientar que esta medida é tomada numa altura em que estamos a chegar ao ano eleitoral de 2015, com legislativas e presidenciais, nas quais se prevê um forte braço-de-ferro entre sociais democratas e socialistas, o que deverá comprometer qualquer aspiração de maioria absoluta para cada um dos principais partidos na Assembleia da República.
Passos Coelho e Paulo Portas jogaram agora uma importante cartada para atrair mais popularidade, todavia ainda há muito para alcançar, e não basta só aumentar o ordenado mínimo, é necessária uma política consistente no combate ao desemprego que, mesmo estando a reduzir ligeiramente nos últimos tempos, continua em números excessivamente elevados. E já agora quando é que decidem colocar um tecto às reformas milionárias, como fazem na Suiça?
Imagem nº 1 - Passos Coelho e Paulo Portas tomaram uma decisão importante juntamente com os parceiros sociais, mas ainda não chega...
Foto de Daniel Rocha in O Público
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